
Ontem tive o privilégio de estar com o Grupo de Pessoas Enlutadas da Paróquia Sao Mateus. Na oportunidade trabalhamos o texto que escrevi abaixo. Penso que ele nos ajuda a refletir sobre a morte. (P. Renato Luiz Becker)
A Bíblia é clara: Jesus já libertou as pessoas que durante toda a sua vida estavam escravizadas pelo medo da morte. Porquê eu posso afirmar isso? Ora, porque em Hebreus 2.15 se lê “...e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.”
Outro dia tive pensamentos sobre a morte durante o café da manhã. É lógico que perdi o apetite. Misturar o tema morte com momentos tão íntimos, não tem nada a ver uma coisa com a outra. Mas quando é que pensamentos de morte têm alguma coisa a ver conosco? Estes pensamentos sempre vêm nas horas impróprias, mais inoportunas. Penso que eles vêm à nossa cabeça tal como a morte vem para nós – de repente e sem que a gente os espere.
Eu tenho medo da morte? As vezes fico tranqüilo a respeito. Já sou um sujeito “rodado” que viu muita coisa diante de si. No entanto, também não sou tão idoso como pareço ser. Mesmo assim, me vêm os pensamentos sobre a morte e estes acabam mexendo demais comigo.
Conheço pessoas cuja filosofia de vida é “deixar que a vida os leve para onde ela levar”. As vezes eu fico com um certo ciúme dessas pessoas que conseguem pensar e agir assim. Mas daí me pergunto: Será que podemos nos dar o luxo de nos permitir tão alto grau de leviandade para com este assunto que tanto nos diz respeito?
Outro dia li as palavras escritas do escritor Mascha Kaleko: "...a própria morte a gente morre, mas com a morte do outro a gente precisa conviver”. O famoso filósofo grego Epicuro disse: “Quando eu sou, a morte não é; e quando a morte é, não sou mais.” Nós vivemos a morte enquanto carregamos pessoas queridas ao túmulo. Os recados que estas situações de dor nos trazem são marcos para que possamos trabalhar a nossa própria morte. E é justamente isso que nos faz, cedo ou tarde, ficarmos sem medo dela.
O texto de Hebreus diz que o “medo da morte nos escraviza”. Como pode ser uma tal escravidão? Ora, o medo pode nos caçar como se caça coelhos no mato. O tempo parece escapar das nossas mãos, enquanto somos caçados. Nós corremos como se corrêssemos pela nossa vida e o medo acaba se “comunicando” conosco dentro dos nossos ouvidos: “Não deixe escapar nada, viva intensamente”. Nesse ritmo, o medo acaba nos “nocauteando” e acabamos nos deixando convencer de que “as coisas não têm mesmo sentido”.
Mas o que é isto? Jesus Cristo nos libertou da escravidão da morte. Porque Ele venceu a morte é que podemos ver uma luz no final do túnel. Daí que não precisamos mais ter medo do medo da morte. Ponto.
Outro dia tive pensamentos sobre a morte durante o café da manhã. É lógico que perdi o apetite. Misturar o tema morte com momentos tão íntimos, não tem nada a ver uma coisa com a outra. Mas quando é que pensamentos de morte têm alguma coisa a ver conosco? Estes pensamentos sempre vêm nas horas impróprias, mais inoportunas. Penso que eles vêm à nossa cabeça tal como a morte vem para nós – de repente e sem que a gente os espere.
Eu tenho medo da morte? As vezes fico tranqüilo a respeito. Já sou um sujeito “rodado” que viu muita coisa diante de si. No entanto, também não sou tão idoso como pareço ser. Mesmo assim, me vêm os pensamentos sobre a morte e estes acabam mexendo demais comigo.
Conheço pessoas cuja filosofia de vida é “deixar que a vida os leve para onde ela levar”. As vezes eu fico com um certo ciúme dessas pessoas que conseguem pensar e agir assim. Mas daí me pergunto: Será que podemos nos dar o luxo de nos permitir tão alto grau de leviandade para com este assunto que tanto nos diz respeito?
Outro dia li as palavras escritas do escritor Mascha Kaleko: "...a própria morte a gente morre, mas com a morte do outro a gente precisa conviver”. O famoso filósofo grego Epicuro disse: “Quando eu sou, a morte não é; e quando a morte é, não sou mais.” Nós vivemos a morte enquanto carregamos pessoas queridas ao túmulo. Os recados que estas situações de dor nos trazem são marcos para que possamos trabalhar a nossa própria morte. E é justamente isso que nos faz, cedo ou tarde, ficarmos sem medo dela.
O texto de Hebreus diz que o “medo da morte nos escraviza”. Como pode ser uma tal escravidão? Ora, o medo pode nos caçar como se caça coelhos no mato. O tempo parece escapar das nossas mãos, enquanto somos caçados. Nós corremos como se corrêssemos pela nossa vida e o medo acaba se “comunicando” conosco dentro dos nossos ouvidos: “Não deixe escapar nada, viva intensamente”. Nesse ritmo, o medo acaba nos “nocauteando” e acabamos nos deixando convencer de que “as coisas não têm mesmo sentido”.
Mas o que é isto? Jesus Cristo nos libertou da escravidão da morte. Porque Ele venceu a morte é que podemos ver uma luz no final do túnel. Daí que não precisamos mais ter medo do medo da morte. Ponto.
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