Olá gente querida!
Vocês, com certeza, como eu também, já experimentaram algo parecido; já se engajaram com muito ânimo num projeto; já doaram do próprio suor em prol de alguma excelente idéia; já aplicaram dinheiro nalgum sonho e quando foi de repente, constataram que todo o esforço tinha dado em nada.
Abaixo eu compartilho a reflexão que fiz com a nossa Comunidade reunida em Culto no último domingo, dia 06 de julho de 2008, às 09.00h da manhã e também às 19.00h da noite. Boa leitura!
Inicio este momento com uma pergunta: - Alguma vez alguém de vocês já tentou fazer alguma coisa; apostou “todas as fichas” num determinado projeto; deu tudo de si para que algo importante viesse a acontecer, mas tudo acabou dando errado? Na oportunidade, você ficou resignado, desiludido da vida?... Se alguém daqui já fez semelhante experiência, preste atenção nesta historinha que Jesus contou em Lucas 8.4-15...
4. Afluindo uma grande multidão e vindo ter com ele gente de todas as cidades, disse Jesus por parábola: 5. Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. 6. Outra caiu sobre a pedra; e, tendo crescido, secou por falta de umidade. 7. Outra caiu no meio dos espinhos; e estes, ao crescerem com ela, a sufocaram. 8. Outra, afinal, caiu em boa terra; cresceu e produziu a cento por um. Dizendo isto, clamou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. 9. E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Que parábola é esta? 10. Respondeu-lhes Jesus: A vós outros é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; aos demais, fala-se por parábolas, para que, vendo, não vejam; e, ouvindo, não entendam. 11. Este é o sentido da parábola: a semente é a palavra de Deus. 12. A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos. 13. A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, crêem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam. 14. A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer. 15. A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança.
Pequenas decepções
Assim, meio a primeira vista uma historinha um tanto deprimente, não é verdade? A pessoa que semeou a tal da semente trabalhou com alegria na perspectiva de que em breve faria boa colheita. Mas que nada, a maioria dos grãos semeados foram pisados, ingeridos por pássaros, torrados pelo sol quente e sufocados por espinhos. Atrás da referida semeadura estava muito trabalho, um grande desgaste que, no final das contas, resultou em pouco sucesso.
4. Afluindo uma grande multidão e vindo ter com ele gente de todas as cidades, disse Jesus por parábola: 5. Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. 6. Outra caiu sobre a pedra; e, tendo crescido, secou por falta de umidade. 7. Outra caiu no meio dos espinhos; e estes, ao crescerem com ela, a sufocaram. 8. Outra, afinal, caiu em boa terra; cresceu e produziu a cento por um. Dizendo isto, clamou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. 9. E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Que parábola é esta? 10. Respondeu-lhes Jesus: A vós outros é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; aos demais, fala-se por parábolas, para que, vendo, não vejam; e, ouvindo, não entendam. 11. Este é o sentido da parábola: a semente é a palavra de Deus. 12. A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos. 13. A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, crêem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam. 14. A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer. 15. A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança.
Pequenas decepções
Assim, meio a primeira vista uma historinha um tanto deprimente, não é verdade? A pessoa que semeou a tal da semente trabalhou com alegria na perspectiva de que em breve faria boa colheita. Mas que nada, a maioria dos grãos semeados foram pisados, ingeridos por pássaros, torrados pelo sol quente e sufocados por espinhos. Atrás da referida semeadura estava muito trabalho, um grande desgaste que, no final das contas, resultou em pouco sucesso.
Vocês, com certeza, como eu também, já experimentaram algo parecido; já se engajaram com muito ânimo num projeto; já doaram do próprio suor em prol de alguma excelente idéia; já aplicaram dinheiro nalgum sonho e quando foi de repente, constataram que todo o esforço tinha dado em nada.
Esse tipo de frustração a gente volta e meia experimenta dentro da Paróquia, dentro da Comunidade. Saímos por aí a convidar as pessoas para que participem dos momentos especiais que oferecemos e elas ignoram o nosso convite. Noutros momentos cuidamos e assistimos pessoas, mas parece que elas não reagem conforme o esperado. Neste momento muitos de nós suspiramos profundamente, dando mostras de decepção. Nossa vontade é de cairmos fora, sumirmos do mapa, não aparecermos mais.
Penso que é justamente neste ponto que mora o perigo. Quem deixa de se engajar na proposta cristã por que se decepciona com pessoas perde a alegria de servir; perde a capacidade de sonhar com os belos frutos que podem vir a nascer do seu trabalho, do seu serviço, do seu engajamento.
Reputo a história do semeador que foi contada por Jesus como animadora – sim senhor! Mesmo que muitas das nossas ações levem a nada, o Senhor Jesus Cristo faz acontecer a esperança de que algo novo vá acontecer. Nem todas as sementes que foram lançadas na terra foram pisoteadas pelos homens, saboreadas pelos pássaros; torradas pelo sol causticante ou sufocadas entre os espinhos. Uma grande parte delas caíram em terra boa.
Conclusão
Durante a semana, avaliando alguns trabalhos aqui na nossa Paróquia São Mateus, me parei pra pensar: - Quantas e quantas vezes Deus semeou das Suas sementes nos campos da minha própria vida... Quanto tempo eu levei para só então pegar na mão de Deus que estava estendida... Durante quantos meses eu fiquei me decidindo se iria ou não iria me apoiar e, depois, me deixar guiar pelos caminhos propostos por Deus. Olho para trás, e medito sobre o meu passado. Só tenho a agradecer a Deus pelo fato de Ele ter tido tanta paciência comigo; pelo fato de não ter desistido de mim, logo na primeira tentativa frustrada de me alcançar para o Seu Reino.
Assim como Ele foi persistente comigo, está sendo contigo. E é nossa tarefa, como Igreja Cristã, nunca cansarmos de semear sementes de Boa Palavra; de Boas Propostas de serviço cristão, de Diaconia entre aquelas e aqueles que nos estão próximos. Garimpem coragem dentro de si e continuem semeando. Ou, de repente, sejam audaciosos e permitam que estas sementes que acabei de semear durante os últimos 15 minutos não sejam pisoteadas, ingeridas, torradas, sufocadas na terra da tua vida pessoal. Amém!
Penso que é justamente neste ponto que mora o perigo. Quem deixa de se engajar na proposta cristã por que se decepciona com pessoas perde a alegria de servir; perde a capacidade de sonhar com os belos frutos que podem vir a nascer do seu trabalho, do seu serviço, do seu engajamento.
Reputo a história do semeador que foi contada por Jesus como animadora – sim senhor! Mesmo que muitas das nossas ações levem a nada, o Senhor Jesus Cristo faz acontecer a esperança de que algo novo vá acontecer. Nem todas as sementes que foram lançadas na terra foram pisoteadas pelos homens, saboreadas pelos pássaros; torradas pelo sol causticante ou sufocadas entre os espinhos. Uma grande parte delas caíram em terra boa.
Conclusão
Durante a semana, avaliando alguns trabalhos aqui na nossa Paróquia São Mateus, me parei pra pensar: - Quantas e quantas vezes Deus semeou das Suas sementes nos campos da minha própria vida... Quanto tempo eu levei para só então pegar na mão de Deus que estava estendida... Durante quantos meses eu fiquei me decidindo se iria ou não iria me apoiar e, depois, me deixar guiar pelos caminhos propostos por Deus. Olho para trás, e medito sobre o meu passado. Só tenho a agradecer a Deus pelo fato de Ele ter tido tanta paciência comigo; pelo fato de não ter desistido de mim, logo na primeira tentativa frustrada de me alcançar para o Seu Reino.
Assim como Ele foi persistente comigo, está sendo contigo. E é nossa tarefa, como Igreja Cristã, nunca cansarmos de semear sementes de Boa Palavra; de Boas Propostas de serviço cristão, de Diaconia entre aquelas e aqueles que nos estão próximos. Garimpem coragem dentro de si e continuem semeando. Ou, de repente, sejam audaciosos e permitam que estas sementes que acabei de semear durante os últimos 15 minutos não sejam pisoteadas, ingeridas, torradas, sufocadas na terra da tua vida pessoal. Amém!
P. Renato Luiz Becker
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